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Realizou-se ontem uma reunião entre as duas organizações médicas, SIM e FNAM, e uma delegação do BE constituída pela sua coordenadora nacional Catarina Martins e pelo deputado Moisés Ferreira.
Esta reunião permitiu, à semelhança das anteriores, que as duas organizações sindicais médicas transmitissem a avaliação que fazem da situação actual com que se defronta este sector profissional, bem como as perspectivas de evolução conflitual que começam a tornar-se irreversíveis.
A coordenadora nacional do BE transmitiu a posição de que o BE vai defender o reforço do OE para a Saúde que reponha os níveis de investimento em relação à percentagem do PIB, que acompanham e apoiam as reivindicações gerais das organizações médicas, nomeadamente as que assentam na perspectiva da defesa e do reforço do papel insubstituível do SNS, e que consideram indispensável repor gradualmente as listas de utentes dos médicos de família em 1550, de modo a assegurar a efectiva prestação dos cuidados de saúde às famílias e não a mera inscrição na lista.
Foi ainda sublinhado pela coordenadora nacional do BE que o acordo assinado para a viabilização parlamentar do actual Governo estabelece o integral descongelamentos das Carreiras e dos seus níveis salariais até ao final desta legislatura.

Lisboa, 8/9/2017
Comissão Executiva da FNAM | Secretariado Nacional do SIM

Volvido mais de 1 ano de negociações sobre a revisão do regime jurídico e do Regulamento do Internato Médico foi enviada aos Sindicatos Médicos, a 29/08/2017, a nova versão dos documentos.

Parecer da FNAM sobre o “RELATÓRIO – Grupo de Trabalho para a avaliação das consequências da extinção do IDT, IP e para a elaboração de propostas fundamentadas sobre eventuais alterações ao modelo organizacional a nível nacional”

Realizou-se hoje uma reunião entre as duas organizações médicas, SIM e FNAM, e uma delegação da UGT constituída pelo seu secretário-geral, Carlos Silva e os seus secretários-gerais adjuntos Dina Carvalho e Sérgio Monte.
Esta reunião permitiu, à semelhança das anteriores, que as duas organizações sindicais médicas transmitissem a avaliação que fazem da situação actual com que se defronta este sector profissional, bem como as perspectivas de evolução conflitual que começam a tornar-se irreversíveis.
A delegação da UGT referiu com particular enfâse a sua defesa da Contratação Colectiva e a sua exigência de que não existam quaisquer bloqueios ao seu legal desenvolvimento, como está a acontecer com os médicos.
Sublinhou também que se identifica com as legítimas reivindicações dos sindicatos médicos, assinalando uma coincidência de perspectivas com os sindicatos médicos quanto à defesa empenhada do Serviço Nacional de Saúde, da contínua melhoria das qualificações profissionais e da alteração substancial das condições de trabalho que tornem os serviços públicos de saúde atractivos para os vários sectores profissionais.
As delegações sindicais presentes concordaram na necessidade em desenvolver no futuro contactos regulares que permitam assegurar uma intervenção activa, designadamente em torno do processo de descongelamento das carreiras profissionais e das suas grelhas salariais.
 
Lisboa, 4/9/2017
 
Comissão Executiva da FNAM | Secretariado Nacional do SIM