O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) iniciou a denúncia sobre as políticas autocráticas levadas a cabo pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo no dia 29 junho, dias depois desta ARS ter proibido o gozo de férias pelos profissionais de saúde, devido ao surto por SARS-CoV-2 no Lar da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS).
No dia 5 de julho, o SMZS condenou a mobilização forçada de médicos para o lar de Reguengos de Monsaraz e, no dia 8 de Julho a diretora executiva e o conselho clínico do Agrupamento dos Centros de Saúde (ACES) Alentejo Central demitiram-se.
O ambiente de intimidação no Alentejo manteve-se e, no dia 10 de julho, o SMZS denunciou a lei da rolha instituída não só pela ARS Alentejo, como pelo Hospital do Espírito Santo (Évora).
Ainda assim, os médicos mantiveram a sua posição de defesa da saúde dos doentes e as suas denúncias trouxeram a público, não só por meio do SMZS mas também pelo Relatório da Ordem dos Médicos, decisões tomadas e que colocaram em causa a vida e a saúde da população local:
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